Adonay Felipe Nogueira adfeno@identi.ca

Balneário Camboriú, Santa Catarina, Brazil

https://libreplanet.org/wiki/User:Adfeno

  • 2017-08-15T11:57:54Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Eu mudei meu endereço de e-mail

    Para mais informações, veja: https://libreplanet.org/wiki/User:Adfeno
  • 2017-08-15T11:53:20Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Changed my email address

    For more information, see: https://libreplanet.org/wiki/User:Adfeno

    Let me guess... the previous one was @openmailbox.org? xD

    JanKusanagi at 2017-08-15T12:53:35Z

  • Desenvolvimento do Brasil: muitas coisas precisam ser melhoradas

    2017-05-22T14:29:24Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Esta obra pode ser reproduzida; estudada e adapatada; e cópias — da original e das adaptações — podem ser compartilhadas e vendidas. Porém, em todos os casos a mesma licença (ou compatível) deve ser mantida.

    Esta obra está sob GNU General Public License 3 ou posterior (GNU GPL 3+) e, conforme a seção 14 da licença, fica definido a Creative Commons como representate responsável por dizer quais versões futuras da licença são compatíveis com Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0): https://creativecommons.org/share-your-work/licensing-considerations/compatible-licenses/.

    Este artigo foi publicado originalmente em 17 de outubro de 2015 (2015-10-17), eis a publicação original em português brasileiro. Desde a publicação original, algumas das minhas recomendações foram alteradas, isto se reflete nas considerações deste artigo.

    Este texto foi escrito para responder a um fórum de discussão da disciplina semipresencial de economia, do curso de bacharelado em administração da Faculdade Avantis.

    O enunciado do fórum

    O desenvolvimento econômico de um país mede-se pelas estruturas: econômica, política e social. As três variáveis devem ser consideradas no escopo da discussão se determinado país pode ou não ser considerado desenvolvido. Há país que registra crescimento econômico considerável, porém com baixos registros de avanços em termos políticos e sociais. Neste sentido, sugere-se debater o desenvolvimento econômico brasileiro, respondendo a seguinte pergunta: O Brasil pode ser considerado um país em desenvolvimento, levando em conta os avanços que se tem realizado em termos econômicos, políticos e sociais nos últimos tempos?

    A resposta

    O Brasil está em desenvolvimento, mas ainda possui muitas coisas para melhorar.

    Por mais que seja falado nos meios de comunicação, os brasileiros continuam entregando suas informações à serviços de Internet centralizados, como sites de redes sociais como Facebook, Twitter, Google+, YouTube, LinkedIn, Instagram, ou protocolos fechados como o do WhatsApp, o do Skype e muitos outros. Isso interfere nas estruturas econômica e social pois, se os recursos são escassos, e se a sociedade precisa estar o mais inteirada/respeitada o possível de/por si mesma, tratando-se da estrutura centralizada de tais serviços de Internet, a preferência por eles implica na aceitação de um termo de uso único que dá a tais servidores o direito de detenção de tais informações direta ou indiretamente (FUCHS, 2011), cuja sua negação implica na impossibilidade de usar tais serviços, e devido sua estrutura centralizada, implica automaticamente na impossibilidade de se interagir com tais serviços, segregando ainda mais a interação da sociedade, e prejudicando ainda mais a economia, visto que os recursos escassos são utilizados para ofertar serviços com os quais existem impedimentos legais contra a integração, servindo apenas para construir redes novas, e não contribuir/interagir para/com as já existentes, além da obrigatoriedade de se usar um programa de computador não livre (STALLMAN, 2015).

    Pode-se envolver a estrutura política no cenário anterior caso se considere que os três poderes representam o povo (votantes), visto que o uso de tais serviços centralizados prejudica a democracia e facilita a censura e o controle por parte dos provedores de tais serviços.

    Porém, ao seguir considerando a informação como recurso escasso, encontra-se outra fragilidade tão importante quanto a preferência por serviços de Internet: as preferências por programas de computador.

    Não se pode negar que a tecnologia trouxe avanços para a sociedade, mas ela também trouxe responsabilidades.

    A preferência por programas de computador impacta na estrutura econômica, social e política pois, no caso da estrutura social, esta faz uso de tais programas de computador e começa a preferir cidadãos que usam tais programas. O problema se encontra quando o programa de computador não respeita as liberdades essenciais da sociedade, pois nesse caso, a ela são proibidos o uso, o estudo, a adaptação, e a redistribuição não comercial e comercial do original e das adaptações. Bastando a privação de qualquer uma dessas liberdades para que o programa de computador seja considerado como não livre, ou proprietário. (STALLMAN, 2015).

    Os programas não livres prejudicam a estrutura social pois esta é privada de adquirir, estudar e usufruir das mesmas informações usadas para fazer o programa que a elas é disponibilizado, e de redistribuir o programa e suas modificações ao próximo para que este não mais precise procurar por um fornecedor de tal programa.

    Estas privações são uma forma de poder injusto, e quase sempre resultam em malefícios. Como exemplo cita-se o caso dos programas não livres que a Volkswagen usou para mentir para os inspetores de emissão de poluentes da agência de proteção ambiental (do inglês "Environmental Protection Agency"). (KUHN, 2015).

    A estrutura econômica é prejudicada pelos programas não livres pois estes geralmente são usados para salvar informações em formatos proprietários, e por não poderem ser estudados, não há como implementar tais formatos em outros projetos, o que limita o acesso às informações de tais formatos. O cenário se agrava ao se considerar que a sociedade redistribui o que está dentro de tais formatos, que por serem proprietários, só podem ser utilizados em sua forma original em programas não livres. (STALLMAN, 2015).

    Assim, não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição de documentos de escritório, mas sim com o uso do "Word" (Microsoft Office Word). Não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição de imagens, mas sim com o uso do "Photoshop" (Adobe Photoshop). Sendo que ao preferir estes programas de computador, contribui-se para uma sociedade digital injusta e não livre, que erroneamente assume que todos os membros da sociedade podem usufruir de tais formatos proprietários ou de tais programas não livres.

    A estrutura política pode ser envolvida no cenário anterior pois, os programas de computador não livres e os formatos proprietários tiram do Estado sua soberania tecnológica, visto que agente econômico torna-se dependente dos criadores de tais programas e formatos. (STALLMAN, 2015).

    Os programas de computador e os formatos usados por estes devem ser livres pois estes são dados funcionais, bem como os manuais destes, e muitas outras coisas não tratadas neste texto. Os dados funcionais são assim chamados pois estes podem interferir na forma com que a sociedade usa da tecnologia para alcançar seus objetivos.

    Adicionalmente, a estrutura social também pode ser afetada pela privação da liberdade de redistribuição não comercial (o "compartilhamento") de dados não funcionais como imagens, vídeos, áudios/músicas, e textos. Visto que, nesse cenário, a sociedade experimenta um problema moral, onde é forçada a escolher entre o mal de não compartilhar o que gosta com o próximo, e respeitar a decisão imoral do detentor dos direitos autorais de tal objeto, ou de desrespeitar tal imoralidade, e ajudar ao próximo. (STALLMAN, 2015). Assim, se cria uma cultura popular de consumismo, onde o popular é legalmente proibido de ser compartilhado, e o não popular compartilhável não ganha visibilidade devido à negação do compartilhamento. É neste cenário que se institui o termo "pirataria" para ilegalizar o ato de compartilhar algo, e o termo "propriedade intelectual", no qual são unidos termos como "trademark", "patentes", e "direito autoral" (ou de forma mais ampla: o copyright, no caso dos países que não usam do modelo francês droit d'auteur), estes que devem permanecer separados para evitar ambiguidades pois possuem objetivos diferentes.

    Como resultado, tem-se as adições feitas à Convenção de Berne, que institui que uma obra não pode ser compartilhada, exceto se esta possuir licença escrita ou ter entrado em domínio público, que geralmente ocorre 75 anos após o falecimento/desintegração do detentor dos direitos autorais (LESSIG, 2004, p. 250); as patentes de programas de computador, que na verdade descrevem ideias práticas que qualquer programa poderia acidentalmente usar (STALLMAN, 2015); e parcerias como a transpacífica (do inglês "Trans-Pacific Partnership").

    Considerando os pontos aqui abordados, sugere-se a migração para comunicações distribuidas tais como: BitMessage para envio de mensagens em geral, mesmo que outra pessoa esteja indisponível; Twister para compartilhamento de atividades e publicação de textos Internet; GNU Ring para comunicação instantânea e conferência com pessoas disponíveis para tal comunicação; GNUnet e torrents para compartilhamento de conteúdo em geral; e GNU Taler para realizar pagamentos eletrônicos tributáveis anônimos, independente do sistema monetário/moeda escolhido. Estas sugestões são necessárias pois as redes e comunicações centralizadas são passíveis de serem censuradas e espionadas e, no caso das federadas, não há consenso sobre aspectos fundamentais da comunicação entre as várias formas de comunicação federada, visto que a maioria das funcionalidades é opcional e não implementada pelos fornecedores dos serviços federados. Todavia, em especial no tocante a redes sociais federadas, o padrão ActiityPub — que é passível de ser implementado pelas redes sociais federadas Pump.io e GNU MediaGoblin — pode ser um avanço nesta padronização.

    Além disso, sugere-se o uso, estudo, modificação, ensino, e compartilhamento de programas de computador livres e o uso de formatos livres, inclusive nas instituições de ensino, visto que estas têm a missão de preparar o cidadão para exercer sua função na sociedade, e inclusive em sites na Internet e sistemas acadêmicos on-line, visto que o usuário destes é o visitante do site; e facilitação do compartilhamento de dados não funcionais para fins não comerciais, seja com licença escrita ou alteração nas leis de direitos autorais (ou, mais amplamente, nas leis de copyright).

    Referências

    • Fuchs, Christian. An Alternative View of Privacy on Facebook. 2011. CC BY 3.0. Fonte.
    • Stallman, Richard Matthew. Free Software and Your Freedom. 2015. CC BY-SA 4.0. Fonte.
    • Kuhn, Bradley M.. How Would Software Freedom Have Helped With VW?. 2015. CC BY-SA 4.0. Fonte.
    • Lessig, Lawrence. Free Culture. 2004. CC BY-NC 1.0. Fonte.

    Referências BibTeX

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    @Misc{Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW,
      author =   {Kuhn, Bradley M.},
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      author =   {Lessig, Lawrence},
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              Down Culture and Control Creativity},
      address =  {New York},
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      url =      {http://free-culture.cc/get-it/},
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    @Misc{Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom,
      author =   {Stallman, Richard Matthew},
      title =    {Free Software and Your Freedom},
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      annote =   {C{C} {BY}-{SA} 4.0},
      url =
              {http://audio-video.gnu.org/video/2015-10-24--rms--free-software-and-your-freedom--seagl--speech.ogv},
      urlaccessdate ={2016-09-01},
    }
    
    

    Fonte desta obra

    #+TITLE: Desenvolvimento do Brasil: muitas coisas precisam ser melhoradas
    #+AUTHOR: Adonay "adfeno" Felipe Nogueira
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    Esta obra pode ser reproduzida; estudada e adapatada; e cópias --- da
    original e das adaptações --- podem ser compartilhadas e
    vendidas. Porém, em todos os casos a mesma licença (ou compatível)
    deve ser mantida.
    
    Esta obra está sob *[[http://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html][GNU General Public License 3 ou posterior]]* (GNU
    GPL 3+) e, conforme a seção 14 da licença, fica definido a *Creative
    Commons* como *representate* responsável por dizer quais versões
    futuras da licença são compatíveis com Creative Commons
    Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0):
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    - Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom
    - Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW
    - Lessig-2004-Free_Culture
    
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    Este artigo foi publicado originalmente em 17 de outubro de 2015
    (2015-10-17), eis [[https://diasporabr.com.br/posts/a869b25056ff01334a27005056ba3b3d][a publicação original em português brasileiro]]. Desde
    a publicação original, algumas das minhas recomendações foram
    alteradas, isto se reflete nas considerações deste artigo.
    
    Este texto foi escrito para responder a um fórum de discussão da
    disciplina semipresencial de economia, do curso de bacharelado em
    administração da Faculdade Avantis.
    
    * O enunciado do fórum
    
    #+BEGIN_QUOTE
    O desenvolvimento econômico de um país mede-se pelas
    estruturas: econômica, política e social. As três variáveis devem ser
    consideradas no escopo da discussão se determinado país pode ou não
    ser considerado desenvolvido. Há país que registra crescimento
    econômico considerável, porém com baixos registros de avanços em
    termos políticos e sociais. Neste sentido, sugere-se debater o
    desenvolvimento econômico brasileiro, respondendo a seguinte pergunta:
    O Brasil pode ser considerado um país em desenvolvimento, levando em
    conta os avanços que se tem realizado em termos econômicos, políticos
    e sociais nos últimos tempos?
    #+END_QUOTE
    
    * A resposta
    
    O Brasil está em desenvolvimento, mas ainda possui muitas coisas para
    melhorar.
    
    Por mais que seja falado nos meios de comunicação, os brasileiros
    continuam entregando suas informações à serviços de Internet
    centralizados, como sites de redes sociais como Facebook, Twitter,
    Google+, YouTube, LinkedIn, Instagram, ou protocolos fechados como o
    do WhatsApp, o do Skype e muitos outros. Isso interfere nas estruturas
    econômica e social pois, se os recursos são escassos, e se a sociedade
    precisa estar o mais inteirada/respeitada o possível de/por si mesma,
    tratando-se da estrutura centralizada de tais serviços de Internet, a
    preferência por eles implica na aceitação de um termo de uso único que
    dá a tais servidores o direito de detenção de tais informações direta
    ou indiretamente ([[Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook][FUCHS, 2011]]), cuja sua negação implica na
    impossibilidade de usar tais serviços, e devido sua estrutura
    centralizada, implica automaticamente na impossibilidade de se
    interagir com tais serviços, segregando ainda mais a interação da
    sociedade, e prejudicando ainda mais a economia, visto que os recursos
    escassos são utilizados para ofertar serviços com os quais existem
    impedimentos legais contra a integração, servindo apenas para
    construir redes novas, e não contribuir/interagir para/com as já
    existentes, além da obrigatoriedade de se usar um programa de
    computador não livre ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Pode-se envolver a estrutura política no cenário anterior caso se
    considere que os três poderes representam o povo (votantes), visto que
    o uso de tais serviços centralizados prejudica a democracia e facilita
    a censura e o controle por parte dos provedores de tais serviços.
    
    Porém, ao seguir considerando a informação como recurso escasso,
    encontra-se outra fragilidade tão importante quanto a preferência por
    serviços de Internet: as preferências por programas de computador.
    
    Não se pode negar que a tecnologia trouxe avanços para a sociedade,
    mas ela também trouxe responsabilidades.
    
    A preferência por programas de computador impacta na estrutura
    econômica, social e política pois, no caso da estrutura social, esta
    faz uso de tais programas de computador e começa a preferir cidadãos
    que usam tais programas. O problema se encontra quando o programa de
    computador não respeita as liberdades essenciais da sociedade, pois
    nesse caso, a ela são proibidos o uso, o estudo, a adaptação, e a
    redistribuição não comercial e comercial do original e das
    adaptações. Bastando a privação de qualquer uma dessas liberdades para
    que o programa de computador seja considerado como não livre, ou
    proprietário. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Os programas não livres prejudicam a estrutura social pois esta é
    privada de adquirir, estudar e usufruir das mesmas informações usadas
    para fazer o programa que a elas é disponibilizado, e de redistribuir
    o programa e suas modificações ao próximo para que este não mais
    precise procurar por um fornecedor de tal programa.
    
    Estas privações são uma forma de poder injusto, e quase sempre
    resultam em malefícios. Como exemplo cita-se o caso dos programas não
    livres que a Volkswagen usou para mentir para os inspetores de emissão
    de poluentes da agência de proteção ambiental (do inglês
    "Environmental Protection Agency"). ([[Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW][KUHN, 2015]]).
    
    A estrutura econômica é prejudicada pelos programas não livres pois
    estes geralmente são usados para salvar informações em formatos
    proprietários, e por não poderem ser estudados, não há como
    implementar tais formatos em outros projetos, o que limita o acesso às
    informações de tais formatos. O cenário se agrava ao se considerar que
    a sociedade redistribui o que está dentro de tais formatos, que por
    serem proprietários, só podem ser utilizados em sua forma original em
    programas não livres. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Assim, não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição de
    documentos de escritório, mas sim com o uso do "Word" (Microsoft
    Office Word). Não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição
    de imagens, mas sim com o uso do "Photoshop" (Adobe
    Photoshop). Sendo que ao preferir estes programas de computador,
    contribui-se para uma sociedade digital injusta e não livre, que
    erroneamente assume que todos os membros da sociedade podem usufruir
    de tais formatos proprietários ou de tais programas não livres.
    
    A estrutura política pode ser envolvida no cenário anterior pois, os
    programas de computador não livres e os formatos proprietários tiram
    do Estado sua soberania tecnológica, visto que agente econômico
    torna-se dependente dos criadores de tais programas e
    formatos. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Os programas de computador e os formatos usados por estes devem ser
    livres pois estes são dados funcionais, bem como os manuais destes, e
    muitas outras coisas não tratadas neste texto. Os dados funcionais são
    assim chamados pois estes podem interferir na forma com que a
    sociedade usa da tecnologia para alcançar seus objetivos.
    
    Adicionalmente, a estrutura social também pode ser afetada pela
    privação da liberdade de redistribuição não comercial (o
    "compartilhamento") de dados não funcionais como imagens, vídeos,
    áudios/músicas, e textos. Visto que, nesse cenário, a sociedade
    experimenta um problema moral, onde é forçada a escolher entre o mal
    de não compartilhar o que gosta com o próximo, e respeitar a decisão
    imoral do detentor dos direitos autorais de tal objeto, ou de
    desrespeitar tal imoralidade, e ajudar ao próximo. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN,
    2015]]). Assim, se cria uma cultura popular de consumismo, onde o
    popular é legalmente proibido de ser compartilhado, e o não popular
    compartilhável não ganha visibilidade devido à negação do
    compartilhamento. É neste cenário que se institui o termo "pirataria"
    para ilegalizar o ato de compartilhar algo, e o termo "propriedade
    intelectual", no qual são unidos termos como "trademark", "patentes",
    e "direito autoral" (ou de forma mais ampla: o /copyright/, no caso
    dos países que não usam do modelo francês /droit d'auteur/), estes que
    *devem* permanecer separados para evitar ambiguidades pois possuem
    objetivos diferentes.
    
    Como resultado, tem-se as adições feitas à Convenção de Berne, que
    institui que uma obra não pode ser compartilhada, exceto se esta
    possuir licença escrita ou ter entrado em domínio público, que
    geralmente ocorre 75 anos após o falecimento/desintegração do detentor
    dos direitos autorais ([[Lessig-2004-Free_Culture][LESSIG, 2004]], p. 250); as patentes de programas
    de computador, que na verdade descrevem ideias práticas que qualquer
    programa poderia acidentalmente usar ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]); e parcerias
    como a transpacífica (do inglês "Trans-Pacific Partnership").
    
    Considerando os pontos aqui abordados, sugere-se a migração para
    comunicações distribuidas tais como: [[https://bitmessage.org/wiki/Main_Page][BitMessage]] para envio de
    mensagens em geral, mesmo que outra pessoa esteja *indisponível*;
    [[http://twister.net.co/][Twister]] para compartilhamento de atividades e publicação de textos
    Internet; [[http://www.gnu.org/software/ring/][GNU Ring]] para comunicação instantânea e conferência com
    pessoas *disponíveis* para tal comunicação; [[http://www.gnu.org/software/gnunet/][GNUnet]] e [[http://transmissionbt.com/][torrents]] para
    compartilhamento de conteúdo em geral; e [[http://www.gnu.org/software/taler/][GNU Taler]] para realizar
    pagamentos eletrônicos tributáveis anônimos, *independente* do sistema
    monetário/moeda escolhido. Estas sugestões são necessárias pois as
    redes e comunicações centralizadas são passíveis de serem censuradas e
    espionadas e, no caso das federadas, não há consenso sobre aspectos
    fundamentais da comunicação entre as várias formas de comunicação
    federada, visto que a maioria das funcionalidades é opcional e não
    implementada pelos fornecedores dos serviços federados. Todavia, em
    especial no tocante a redes sociais federadas, o padrão [[https://www.w3.org/TR/activitypub/][ActiityPub]] ---
    que é passível de ser implementado pelas redes sociais federadas
    [[http://pump.io/][Pump.io]] e [[http://www.gnu.org/software/mediagoblin/][GNU MediaGoblin]] --- pode ser um avanço nesta padronização.
    
    Além disso, sugere-se o uso, estudo, modificação, ensino, e
    compartilhamento de programas de computador livres e o uso de formatos
    livres, inclusive nas instituições de ensino, visto que estas têm a
    missão de preparar o cidadão para exercer sua função na sociedade, e
    inclusive em sites na Internet e sistemas acadêmicos on-line, visto
    que o usuário destes é o visitante do site; e facilitação do
    compartilhamento de dados não funcionais para fins não comerciais,
    seja com licença escrita ou alteração nas leis de direitos autorais
    (ou, mais amplamente, nas leis de /copyright/).
    
    * Referências
      - <<Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook>> Fuchs, Christian. *An Alternative View of Privacy on Facebook*. 2011. CC BY 3.0. [[http://dx.doi.org/10.3390/info2010140][Fonte]].
      - <<Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom>> Stallman, Richard Matthew. *Free Software and Your Freedom*. 2015. CC BY-SA 4.0. [[http://audio-video.gnu.org/video/2015-10-24--rms--free-software-and-your-freedom--seagl--speech.ogv][Fonte]].
      - <<Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW>> Kuhn, Bradley M.. *How Would Software Freedom Have Helped With VW?*. 2015. CC BY-SA 4.0. [[https://sfconservancy.org/blog/2015/sep/29/vw/][Fonte]].
      - <<Lessig-2004-Free_Culture>> Lessig, Lawrence. *Free Culture*. 2004. CC BY-NC 1.0. [[http://free-culture.cc/get-it/][Fonte]].
    
    ** Referências BibTeX
    
    #+BEGIN_SRC bibtex
    @Article{Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook,
      author =   {Fuchs, Christian},
      title =    {An Alternative View of Privacy on {F}acebook},
      journal =  {Information},
      year =     2011,
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    @Misc{Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW,
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    @Misc{Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom,
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              {http://audio-video.gnu.org/video/2015-10-24--rms--free-software-and-your-freedom--seagl--speech.ogv},
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    * Fonte desta obra
    
    #+INCLUDE: "Desenvolvimento do Brasil - muitas coisas precisam ser melhoradas.org" src org
    
    
  • Estou começando a odiar a maioria dos sites de compartilhamento de conteúdo

    2017-05-21T23:01:48Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    • A maioria deles requer JS não livre. JS por si só não é ruim, aqueles não livres são.

      • E assim, os visitantes são deixados com uma página de Internet em que nenhuma parte possui âncora de hiperligação que funcione. Então você não pode nem clicar no "reproduzir" para ouvir a música.
      • Tentei contatar os donos e desenvolvedores dos sites afetados, mas fui ignorado, e não obtive resposta.
    • Alguns fornecem apenas downloads em MP3. A maoria fornece "reservas" em formatos e codecs favoráveis ao software livre. Porém, ativistas do software livre como eu argumentam que o cenário ideal seria distribuir tais downloads apenas em formatos favoráveis ao software livre --- não apenas por causa das patentes, mas também pois nós nunca sabemos o que pode acontecer com tais formatos não amigáveis no futuro e o que eles podem armazenar. E eu não sou a única pessoa dizendo isso, veja as palestras dadas por Stallman, onde ele sempre diz a importância disso.

      • Tentei contatar os donos e desenvolvedores dos sites afetados, mas fui ignorado, e não obtive resposta.
    • Alguns outros sites dizem que o conteúdo é compartilhável sob [insira qualquer licença Creative Commons aqui], mas depois eles limitam o número de compartilhamentos que podes fazer, para por exemplo, três.

    Nota: Não sou contra ter que pagar para poder baixar a obra.

    Talvez tenhamos que fazer uso do GNUnet para disponibilizar conteúdo, e se não for usar GNUnet: providenciar formas para que o usuário final pesquise e baixe conteúdo sem um navegador de Internet --- GNUnet já possui isso através do gnunet-search.

    Atualmente, eu acabei de excluir uma grande pate da minha coleção de música graças ao desserviço de vários sites que dizem estar "promovendo" obras compoartíháveis.

    Agora, eu fiquei apenas com álbuns do Xera (pois posso baixar arquivos OGG diretamente do site deles, xera.eu, sem JS não livre e no qual há informações de licença na página de download), e dos jogos de vídeo game tais como 0 A.D., Red Eclipse, Xonotic, SuperTuxKart, SuperTux, Freedoom, Battle for Wesnoth, TecnoballZ, Fish Fillets NG, Freedroid, FreedroidRPG, OpenTTD, FreeDink e Drascula (todos os quais deixei pois ao baixar seus pacotes já é dado a mim as músicas em formatos amigáveis ao software livre, e fornece informações de licença para cada música). Mas é claro que existem mais jogos livres do que os que estão nesta lista, mas estes são os quais tenho músicas que gosto.

    Esqueçam completamente o Xera, Acabo de notar que eles também servem arquivos .mp3, isso é ruim. :S

    Ao invés disso, eu sugiro Libre.fm. :)

    Adonay Felipe Nogueira at 2017-05-31T12:49:04Z

  • I'm starting to hate most content sharing websites

    2017-05-21T19:06:47Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    • Most of them require non-free JS. JS itself isn't bad, non-free ones are.
      • And with this, visitors are mostly left with a webpage in which no part has a working hyperlink anchor. So you can't even click "play" to hear the music.
      • I tried contacting the owners and developers of the affected websites, but I was ignored, and got no reply back.
    • Some provide only MP3 downloads. Most of them provide "fall backs" to formats and codecs favorable to free/libre software. However, free/libre software activists like me argue that the ideal scenario would be to distribute such downloads only in formats favorable to free/libre software --- not only because of patents, but also because we never know what may become of those unfriendly formats in the future and what they can hold inside. And I'm not the only person saying this, see the speeches given by Stallman, where he always says the importance of this.
      • I tried contacting the owners and developers of the affected websites, but I was ignored, and got no reply back.
    • Some other websites say that the content is shareable under [insert any Creative Commons license here], but then they limit the number of shares you can do, to say, three.

    Note: I'm not against having to pay in order to download the work.

    Perhaps we must make use of GNUnet to make content available, and if not using GNUnet: provide ways for the end-user to search and download content without a web browser --- GNUnet already provides this through gnunet-search.

    Currently, I have just deleted a big part of my music collection thanks to the disservice of numerous websites that say to be "promoting" shareable works.

    Now, I kept only albums from Xera (because I can download OGG files directly from their website, , without non-free JS and in which there is license information in the download page), and from video games like 0 A.D., Red Eclipse, Xonotic, SuperTuxKart, SuperTux, Freedoom, Battle for Wesnoth, TecnoballZ, Fish Fillets NG, Freedroid, FreedroidRPG, OpenTTD, FreeDink and Drascula (all of these I kept because downloading their package already gives me the musics in formats friendly to free/libre software, and provides the license information for each music). Of course, there are more free/libre games than the ones in this list, but these are the ones for which I have musics that I like.

    Forget about Xera at all, I just noticed that they also serve .mp3 files, that's bad. :S

    Instead, I suggest Libre.fm. :)

    Adonay Felipe Nogueira at 2017-05-31T12:47:50Z

  • Stallman's talks in Brazil and Argentina

    2017-05-15T20:10:50Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Richard Stallman needs no introduction… but here is one anyway! Richard Stallman is the author of the GNU GPL, founded the Free Software Foundation, and started the development of the GNU operating system (including GNU Emacs, GCC, the coreutils, etc.), which we and tens of millions of GNU/Linux users love. However, his main contribution is philosophical. He is the father of the Free Software Movement. He identified four freedoms that each one of us deserves to be in control of her computing. Stallman now dedicates most of his life to advocacy. In particular, he travels the whole world to eloquently spread awareness about the Free Software Movement, its ethical foundations and its social and political necessity.

    Richard Stallman will deliver ten talks in Brazil and Argentina, starting with "A Free Digital Society" in Belo Horizonte on May 29th. Here is the whole list:

    • May 29th, 2pm in Belo Horizonte, Brazil: "A Free Digital Society" (talk in English with simultaneous translation in Portuguese, using 300 headsets) in the Auditório Nobre (640 seats) of the CAD1 building in the Pampulha campus of the UFMG;

    • May 31st, 4pm in Campinas, Brazil: "Your Freedom as a User of Computers and Cell Phones" in the room CB-06 of the Ciclo Básico I (antigo) of the Universidade Estadual de Campinas;

    • June 2nd, 6pm in Curitiba, Brazil: "Free Software and Your Freedom" in the Auditório Prof. Ulysses de Campos in the Applied Social Sciences Sector of the UFPR. The organizers of the event are seeking donations to provide translation equipment for the speech: http://rms.curitibalivre.org.br/financiamento-coletivo.shtml;

    • June 5th, in Buenos Aires, Argentina: "Tu Libertad en el Uso de Computadoras y Telefonos" (talk in Spanish), precise location and time to be determined;

    • June 7th, 5pm in Santa Fe, Argentina: "El Software Libre y tu Libertad" (talk in Spanish), in the Rectorado of the Universidad Nacional del Litoral;

    • June 9th, 5pm in Buenos Aires, Argentina: "Copyright vs Comunidad" (talk in Spanish), precise location to be determined;

    • June 12th, 5pm in San Salvador de Jujuy, Argentina: "Copyright vs Comunidad" (talk in Spanish) in the Anfiteatro of the Facultad de Ingenieria of the Universidad Nacional de Jujuy;

    • June 13th, 6pm in Salta, Argentina: "El Software Libre y tu Libertad" (talk in Spanish) in the Universidad Nacional de Salta, precise location to be determined;

    • June 15th and 16th in Brasilia, Brasil: Stallman needs hosting in that city and date. Please contact Alexandre Oliva and ask for the requirements: http://fsfla.org/~lxoliva/;

    • June 17th, 1pm in Brasília, Brazil: "Free Software and Your Freedom" during the Campus Party in Brasília (CPBSB) in the Centro de Convenções Ulysses Guimarães, only to CPBSB attendees;

    • June 19th in Brasília, Brazil: in the Universidade de Brasília, precise location and time to be determined.

    Stallman will be selling items to the benefit of the Free Software Foundation: please bring cash.

    Ben Sturmfels, McClane likes this.

    McClane, McClane shared this.

    Plenty of chances! =)

    JanKusanagi at 2017-05-15T20:29:38Z

  • Palestras do Stallman no Brasil e na Argentina

    2017-05-15T20:09:58Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Uma apresentação de Richard Stallman não é mais necessária… mas aqui está uma! Richard Stallman é o autor da GNU GPL, fundou a Free Software Foundation e iniciou o desenvolvimento do sistema operacional GNU (inclusive de GNU Emacs, do GCC, dos coreutils, etc.) que nós e dezenas de milhões de usuários de GNU/Linux amam. Porém, a maior contribuição dele é filosófica. Ele é o pai do Movimento pelo Software Livre. Ele identificou quatro liberdades que cada um de nós merece para ter controle sobre nossa informática. Hoje, Stallman dedica a maior parte da vida dele à advocacy. Em particular ele viaja no mundo inteiro para conscientizar eloquentemente sobre o Movimento do Software Livre, as suas fundações éticas e a sua necessidade social e política.

    Richard Stallman proferirá dez palestras no Brasil e na Argentina, começando com "Uma Sociedade Digital Livre" em Belo Horizonte no dia 29 de maio. Aqui está a lista inteira:

    • 29 de maio, às 14h em Belo Horizonte, Brasil: "A Free Digital Society" (palestra em inglês com tradução simultânea em português, usando 300 fones de ouvido) no Auditório Nobre (640 assentos) do prédio CAD1 no campus da Pampulha da UFMG;

    • 31 de maio, às 16h em Campinas, Brasil: "Your Freedom as a User of Computers and Cell Phones" na sala CB-06 do Ciclo Básico (antigo) da Universidade Estadual de Campinas;

    • 2 de junho, às 18h em Curitiba, Brasil: "Free Software and Your Freedom" no Auditório Prof. Ulysses de Campos no Setor de Ciências Sociais Aplicadas da UFPR. Os organizadores do evento estão buscando doações para fornecer equipamento de tradução para a palestra: http://rms.curitibalivre.org.br/financiamento-coletivo.shtml;

    • 5 de junho, em Buenos Aires, Argentina: "Tu Libertad en el Uso de Computadoras y Telefonos" (palestra em espanhol), horário e lugar precisos a serem determinados;

    • 7 de junho, às 17h em Santa Fe, Argentina: "El Software Libre y tu Libertad" (palestra em espanhol), no Rectorado da Universidad Nacional del Litoral;

    • 9 de junho, às 17h em Buenos Aires, Argentina: "Copyright vs Comunidad" (palestra em espanhol), lugar preciso a ser determinado;

    • 12 de junho, às 17h em San Salvador de Jujuy, Argentina: "Copyright vs Comunidad" (palestra em espanhol), no Anfiteatro da Facultad de Ingenieria da Universidad Nacional de Jujuy;

    • 13 de junho, às 18h em Salta, Argentina: "El Software Libre y tu Libertad" (palestra em espanhol) na Universidad Nacional de Salta, lugar preciso a ser determinado;

    • 15 a 16 de junho em Brasilia, Brasil: Stallman precisa de hospedagem em tal cidade e data. Favor contatar Alexandre Oliva e perguntar os requerimentos: http://fsfla.org/~lxoliva/;

    • 17 de junho às 13h em Brasília, Brasil: "Free Software and Your Freedom" durante a Campus Party Brasília (CPBSB) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, apenas para inscritos na CPBSB;

    • 19 de junho, em Brasília, Brasil: na Universidade de Brasília, horário e lugar precisos a serem determinados.

    Stallman venderá itens ao benefício da Free Software Foundation: favor levar dinheiro.

  • Computing sovereignty of the Federative Republic of Brazil is breached, again, this time by WannaCry

    2017-05-14T00:59:39Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    The computing sovereignty of the o State (Voters, Powers, and Territory) was breached, and will remain like so while there is a non-free/libre software being used by the Powers (e.g.: Windows, macOS, Android, CyanogenMod, LineageOS, Debian, Ubuntu, Fedora, BSD, OpenSUSE, SteamOS) or being deliered to Voters by the Powers (e.g.: programs to declare personal tax income, websites that deliver non-free/libre software automatically via JavaScript).

    Seems to me incredibly unfair to put things like Debian, Fedora and other GNU/linux distributions in the same list as MSWindows or OSX, calling them non-free software.

    JanKusanagi at 2017-05-14T16:17:30Z

    I know all about that post, but no... Debian is certainly not "non-free", and really, it's incredibly unfair to put it in the same list as MSWindows.

    JanKusanagi at 2017-05-18T18:20:54Z

    @jankusanagi@datamost.com There are only commies and nazis.

    Claes Wallin (韋嘉誠) at 2017-05-19T07:27:58Z

  • Soberania tecnológica da República Federativa do Brasil é violada, novamente, desta vez pelo WannaCry

    2017-05-14T00:52:50Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    A soberania tecnológica do Estado (Povo votante, Poderes, e Território) foi violada, e seguirá violada enquanto existir um software não livre sendo usado pelos Poderes (e.g.: Windows, macOS, Android, CyanogenMod, LineageOS, Debian, Ubuntu, Fedora, BSD, OpenSUSE, SteamOS) ou sendo entregue ao Povo votante pelos Poderes (e.g.: programa de declaração do IRPF, sites que entregam software não livre automaticamente via JavaScript).

  • I'm almost falling in love with Pump.io

    2017-04-13T23:30:05Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Got an Org mod HTML export? No problem, Pump.io accepts it, so I can effectivelly write some blog-like Org documents and just paste to Pump.io when ready... Neat! :)
    It accepts even tables! :)

    Adonay Felipe Nogueira at 2017-04-13T23:30:38Z

    >> Adonay Felipe Nogueira:

    “It accepts even tables! :)”

    Yes, quite simply, it uses HTML =)

    JanKusanagi at 2017-04-13T23:45:39Z

    Yeah.... In Diaspora, it doesn't accept tables, and interface is heavy :(

    I'll stick to Pump.io as my preferred.

    Adonay Felipe Nogueira at 2017-04-14T11:10:58Z

  • Latin American libre software installation festival (Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre, FLISoL) 2017 in Balneário Camboriú

    2017-04-13T19:41:19Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Latin American libre software installation festival (Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre, FLISoL) 2017 in Balneário Camboriú

    1 Briefing

    April 8th, 2017 — Even with the rain in the morning and the dirty road being repaired, the Latin American libre software installation festival (Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre, FLISoL) in Balneário Camboriú received 3 (three) visitors and 1 (one) speaker in the morning and 22 (twenty-two) visitors in the evening. From the 16 subscribed visitors, only 3 came to the event — not considering the collaborators and speakers.

    The event's goal is to foster the use of libre computer programs (software). However, the edition coordinated in Balneário Camboriú started with a presentation about the importance of the activists from the social, political and philosophical movement of libre software, so as to explain to society that the movement, acting in the social pillar of sustainability, doesn't require advanced knowledge in technology, but instead a society that cares for the movement's goals and that seek collaboration with it and its activities. As an example, the speaker presents the case of an accountant with color blindness and a problem related to the colors of an accounting software.

    According to the first speaker, Adonay Felipe Nogueira, it's important to note that there are various challenges to be won by society and by the movement, such as: the problem of gratis copies (which is not a synonym for freedom); the digital handcuffs in the majority of cellphones, tablets, on Blu-ray disks, and on Netflix; the income tax declaration which is still done by the majority of people with proprietary software; the websites and academic systems that force society to use automatically a proprietary software; the inertia caused by society; the bad digital inclusion; and also the blocking of communications, like the one which happens with some instant messaging applications.

    Adonay notes, with references that, while computer programs approach more and more to the day-to-day activities — as can be seen in electronic voting machines, vehicles and implantable cardioverter-defibrillators — society must disassociate brand names and organization names from products (goods or services) offered by such organizations or under such brands. This is needed because, according to the speaker and his references, the for-profit organizations has unpredictable behavior and, while they sometime fight for the society's interest, society mustn't depend on such organizations.

    On the unpredictability of organizations and the absence of the essential freedoms required by the movement, part of the public questioned the legality of such actions in Brazil. However, the second speaker, Cleber Machado Leão, notes that this is governed by the license applied to the original libre software.

    Additionally, Cleber notes that, even if some software, or network service, are gratis, society pays through other ways which most of the time it disagrees with.

    Fortunately, one of the challenges pointed out by the speakers appears to be slowly fought by society, thanks to institutions that teach, foster and make competence in libre software. According to Adonay, the teaching institutions must foster only libre software, because these are preparing individuals to act towards society's development, and the dependency on proprietary software goes against such living with society because this type of software is an untrusted material which might not be adequate to the future needs or become obsolete due to not being changeable or distributable by society.

    Besides, Adonay suggest the use of GNU Ring for instant communications because, differently from WhatsApp, GNU Ring is libre software and has distributed communication. Thus, each GNU Ring user is his own "availability provider", evading the blocking of communications done by part of the central providers.

    In the second talk, Cleber, describes the case of implementation of libre in the work tribunal of the 12th region (Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, TRT12), in Santa Catarina, and how this implementation served as reference to the other regional tribunals in other federative unities.

    In the same talk, Cleber brings an interesting argument: According to him, when someone buys a proprietary software, the buyer solves one problem: the one which the vendor has, related to his loss of money, but this doesn't guarantee that the problem of the buyer is solved or that the acquired product will have the freedoms to be adapted by the buyer in the future according to his needs.

    Based on his work in TRT12, Cleber notes that the absence of libre software to manage advanced electronic signatures such as those in the PAdES standard, and which can communicate with the digital signature cards, can be considered as another challenge that must be fought by the movement with the help of society.

    On "cloud" computing, Cleber notes that this one doesn't exist, since it's only someone else's computer. And suggests that, instead of trusting other organizations to preserve these "clouds", it would be wise to form a local association of organizations that know each other, so that this association maintain its own private "cloud".

    Finally, both speakers agree that there is need to educate society about the importance of the movement, so that, even without technical knowledge, society can help out. All of this without omitting the explanations about the essential freedoms that society ought to have when using computer programs. Because only through these questions there is a way to guarantee a free and just/fair digital society and a social life towards sustainability.

    That said, the local event coordination ends this briefing thanking the space made available by the Avantis college (Faculdade Avantis) and the various course coordinators, teachers and students that supported, direct or indirectly, in the publicizing of the event.

    2 Statistic data

    Item Quantity
    Visitors 25
    External speakers 1
    Coordinators which were speakers 1
    Talks 2
    Workshops 0
    Successful installations 27
    Failed installations 5
    Item Available Successes Failures
    Libre system distributions 1 10 5
    Libre software 15 9 0
    Libre text fonts 1 5 0
    Libre color profiles 1 3 0
    Libre system distributions made available Successes Failures
    Trisquel 10 5

    The full list of libre system distributions can be found in two parts, at http://www.gnu.org/distros/free-distros.html and at http://www.gnu.org/distros/free-non-gnu-distros.html.

    Libre software made available Successes Failures
    7­zip 0 0
    Claws Mail 1 0
    Declara 0 0
    GNU Dia 1 0
    GNU GIMP 0 0
    GNU GnuCash 1 0
    GNU Guix 1 0
    GNU Health 0 0
    GNU IceCat 1 0
    GNU Ring 1 0
    IRPF Livre 1 0
    LibreOffice 1 0
    Pidgin 0 0
    rnetclient 0 0
    VLC 1 0
    Libre text fonts made available Successes Failures
    GNU FreeFont 5 0
    Libre color profiles made available Successes Failures
    "icc-profiles-free" package (23 profiles) 3 0

    all the software packages, color profiles, and text fonts are either registered on the Free Software Directory (https://directory.fsf.org/wiki/Main_Page), made available through libre system distributions, through Savannah (https://savannah.gnu.org/), or in the F-Droid application store (https://f-droid.org/repository/browse/).

    Failed installations of libre system distributions Quantity
    Visitor gave up due to manufacturer's absence of collaboration 3
    Not enough time 2
    Computers or pieces Successes Failures
    HP Elite Slice TPC-1021-DM 1 0
    MacBook 2,1 2 0
    MSI VR630-073FR 2 0
    Lenovo Yoga 2 Pro 20266 3 2
    Lenovo IdeaPad S10e 40684JG 2 3

    More information on the computers and pieces found, and how well these work with libre system distributions, can be found in the collaborative catalog called h-node at https://h-node.org/.

    Matteo Bechini likes this.

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  • Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) 2017 em Balneário Camboriú

    2017-04-13T19:35:57Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) 2017 em Balneário Camboriú

    1 Relatório

    8 de abril de 2017 — Mesmo com a chuva do período da manhã e a estrada de terra em obras, o Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) em Balneário Camboriú recebeu 3 (três) visitantes e 1 (um) palestrante no período da manha e 22 (vinte e dois) visitantes à tarde. Dos 16 visitantes inscritos no evento, apenas 3 compareceram — desconsiderando os colaboradores e palestrantes.

    O evento objetiva fomentar o uso de programas de computador (software) livre. Porém, a edição coordenada em Balneário Camboriú iniciou com uma apresentação sobre a importância dos ativistas do movimento social, político e filosófico do software livre, a fim de explicar à sociedade que o movimento, atuante no pilar social da sustentabilidade, não requer conhecimento avançado em tecnologia, mas sim uma sociedade que se importe com os objetivos do movimento e que busque colaboração com este e suas atividades. Como exemplo, o palestrante cita o caso de um contador daltônico e um problema relacionado às cores de um software de contabilidade.

    Segundo o primeiro palestrante, Adonay Felipe Nogueira, é importante notar que existem diversos desafios a serem vencidos pela sociedade e pelo movimento, dentre eles: o problema da gratuidade (o que não é sinônimo de liberdade); as algemas digitais existentes na maioria dos celulares, tablets, nos discos Blu-ray e no Netflix; a declaração de imposto de renda de pessoa física que ainda é feita pela maioria das pessoas com software não livre; os sites na Internet e sistemas acadêmicos que forçam a sociedade a usar automaticamente um software não livre; a inércia social causada pela sociedade em geral; a inclusão digital ruim; além do bloqueio de comunicações, como ocorre com alguns aplicativos de mensagem instantânea.

    Adonay observa, com referências que, ao passo que os programas de computador se aproximam cada vez mais das atividades cotidianas — como se observa em urnas eletrônicas, veículos e cardioversores desfibriladores implantáveis — a sociedade deve desassociar nomes de marcas ou empresas de produtos ou serviços ofertados por tais empresas ou sob tais marcas. Isso é necessários pois, segundo o palestrante e suas referências, as empresas com fins lucrativos possuem comportamento imprevisível e, apesar destas às vezes lutarem em prol dos interesses da sociedade, esta não deve depender de tais empresas.

    No tocante à imprevisibilidade das empresas e à ausência das liberdades essências objetivadas pelo movimento, parte do público questionou a legalidade destas ações no país. Todavia, o segundo palestrante, Cleber Machado Leão, observa que isso é regido pela licença aplicada ao software livre original.

    Adicionalmente, Cleber nota que, mesmo que algum software, ou até mesmo serviço na Internet, sejam gratuitos, a sociedade paga de outras formas que muitas vezes não concorda.

    Felizmente, um dos desafios apontados pelos palestrantes parece estar sendo lentamente superado pela sociedade, graças a instituições de ensino, fomento e competência em software livre. Segundo Adonay, as instituições de ensino deveriam fomentar somente software livre, visto que estas estão preparando indivíduos para atuar em prol do desenvolvimento da sociedade, e a dependência em software não livre prejudica tal convivência em sociedade pois este é um material não confiável que pode não se adequar às necessidades futuras ou simplesmente se tornar obsoleto por não poder ser alterado e distribuído pela sociedade.

    Além disso, Adonay sugere o uso do GNU Ring para comunicações instantâneas pois, diferente do WhatsApp, o GNU Ring é software livre e possui comunicação distribuída. Assim, cada usuário do GNU Ring é seu próprio "fornecedor de disponibilidade", evitando bloqueios de comunicação por parte de um fornecedor central.

    Já na segunda palestra, Cleber, descreve o caso de implementação de software livre no Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT12), Santa Catarina, e como esta implementação serviu de referência para os demais tribunais regionais em outras unidades federativas.

    Na mesma palestra, Cleber traz um argumento interessante: Segundo ele, quando se compra um software não livre, o comprador resolve um problema: o do vendedor, relacionado à falta de dinheiro deste, mas isso não garante que o problema do comprador seja resolvido ou que o produto adquirido possa ser adaptado pelo comprador futuramente conforme suas necessidades.

    Com base em seu trabalho no TRT12, Cleber observa que a ausência de software livre para gerir assinaturas eletrônicas avançadas como as do padrão PAdES, e que se comunique com os cartões de assinatura digital, pode ser considerado como mais um desafio que deve ser superado pelo movimento com o auxílio da sociedade.

    Sobre a computação "em nuvem", Cleber observa que esta não existe, visto que ela é apenas o computador de outra pessoa. Além de sugerir que, ao invés das empresas confiarem em outras empresas para proverem estas "nuvens", seria prudente formar uma associação local de empresas que se conhecem e confiam umas nas outras, para que esta associação mantenha sua própria "nuvem" particular.

    Finalmente, ambos os palestrantes concordam que é necessário educar a sociedade sobre a importância do movimento para esta, e como esta, mesmo que sem conhecimento técnico, pode ajudar o movimento. Tudo isso sem omitir as explicações sobre as liberdades essenciais que a sociedade deveria ter quando esta usa um programa de computador. Pois, é somente com estes questionamentos que podemos garantir uma sociedade digital justa e livre e uma vida em sociedade em prol da sustentabilidade.

    Com isso, a coordenação do evento local encerra este relatório agradecendo o espaço cedido pela Faculdade Avantis e apoio dado pelos coordenadores, professores e acadêmicos que auxiliaram, direta ou indiretamente, na divulgação do evento.

    2 Dados estatísticos

    Item Quantidade
    Visitantes 25
    Palestrantes externos 1
    Coordenadores palestrantes 1
    Palestras 2
    Mini-cursos 0
    Instalações bem sucedidas 27
    Instalações fracassadas 5
    Item Disponíveis Sucessos Fracassos
    Distribuições de sistemas livres 1 10 5
    Software livres 15 9 0
    Fontes de texto livres 1 5 0
    Perfis de cores livres 1 3 0
    Distribuições de sistemas livres disponibilizadas Sucessos Fracassos
    Trisquel 10 5

    A lista completa de distribuições de sistemas livres pode ser encontrada em duas partes, em http://www.gnu.org/distros/free-distros.html e em http://www.gnu.org/distros/free-non-gnu-distros.html.

    Software livres disponibilizados Sucessos Fracassos
    7­zip 0 0
    Claws Mail 1 0
    Declara 0 0
    GNU Dia 1 0
    GNU GIMP 0 0
    GNU GnuCash 1 0
    GNU Guix 1 0
    GNU Health 0 0
    GNU IceCat 1 0
    GNU Ring 1 0
    IRPF Livre 1 0
    LibreOffice 1 0
    Pidgin 0 0
    rnetclient 0 0
    VLC 1 0
    Fontes de texto livres disponibilizadas Sucessos Fracassos
    GNU FreeFont 5 0
    Perfis de cores livres disponibilizadas Sucessos Fracassos
    Pacote "icc-profiles-free" (23 perfis) 3 0

    Todos os pacotes de software, perfis de cores, e fontes de texto estão registrados no Free Software Directory (https://directory.fsf.org/wiki/Main_Page), disponibilizados em distribuições de sistemas livres, disponibilizados via Savannah (https://savannah.gnu.org/), ou disponiblizados na loja de aplicativos F-Droid (https://f-droid.org/repository/browse/).

    Instalações fracassadas de distribuições de sistemas livres Quantidade
    Desistência do visitante pela não colaboração do fabricante 3
    Tempo insuficiente 2
    Computadores ou peças Sucessos Fracassos
    HP Elite Slice TPC-1021-DM 1 0
    MacBook 2,1 2 0
    MSI VR630-073FR 2 0
    Lenovo Yoga 2 Pro 20266 3 2
    Lenovo IdeaPad S10e 40684JG 2 3

    Mais informações sobre os computadores e peças encontradas, e quão bem elas funcionam com distribuições de sistemas livres, podem ser encontradas no catálogo de edição colaborativa h-node em https://h-node.org/.

  • Ajudando outras pessoas a evitar JavaScript não livre

    2017-04-03T15:56:25Z via Pumpa To: Public CC: Followers

  • Helping others evade non-(free/libre) JavaScript

    2017-04-03T15:55:51Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    https://quitter.se/notice/10475065

  • Declarando imposto de renda e a liberdade de software

    2017-04-03T15:42:21Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Haverá um dia em cada ano onde somos forçados a declarar nosso imposto de renda, e teremos que usar computadores. Para estes dias existe o IRPF Livre. :)

    No Brasil, 60% de nossos pagamentos anuais são usados para pagar tributos (taxas, impostos, contribuições). Porém, o Governo Federal ainda insiste em recomendar software não livre ao público em geral.

    Organizarei um evento local do FLISoL em Balneário Camboriú, SC (Brasil), e ofertarei a instalação do IRPF Livre.

  • Declaring income taxes and software freedom

    2017-04-03T15:22:25Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    There will be a day each year when we are forced to declare our income taxes, and having to do so using computers. For such days there is IRPF Livre. :)

    In Brazil, 60% of our yearly payments are used to pay taxes. However, the Federal Government still insists on recommending non-(free/libre) software for the general public.

    I'll organize a local FLISoL event in Balneário Camboriú, SC (Brazil), and offer instalation of IRPF Livre.

  • FLISoL em Balneário Camboriú tem local confirmado

    2017-03-30T23:04:03Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Evento de software livre tem local confirmado em Balneário Camboriú! :)

    https://flisol.info/FLISOL2017/Brasil/BalnearioCamboriu

  • 2017-01-19T17:39:55Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    @allanviega Sim, concordo, mas não adianta querermos apoiar software livre se vamos instalar/redistribuir/ensinar não livre para sociedade.

    https://quitter.se/notice/9158949

  • 2017-01-19T17:34:33Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    @phls @carlisson @tfaria1991 @d4n1 @wellton Ad+, Linux-libre bloquear FW não livre depois de instalado == #bug, vide blog @lxoliva

    https://quitter.se/notice/9158794

  • 2017-01-19T17:33:30Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    @phls @carlisson @tfaria1991 @d4n1 @wellton GNU (OS) + Linux (k) = sis. base (por padrão em quase todos os projetos de 3ºs). Vide nome.

    https://quitter.se/notice/9158770