Adonay Felipe Nogueira adfeno@identi.ca

Balneário Camboriú, Santa Catarina, Brazil

https://libreplanet.org/wiki/User:Adfeno

  • 2019-11-24T16:29:49Z via Identi.ca Web To: Public, Free Software Foundation Europe CC: Followers

    https://peertube.social/videos/watch/b67c3505-dd72-410b-9209-22315a1d7546

    pt-BR: @fsfe@mastodon.social / @fsfe@peertube.social introduz o projeto #REUSE, que facilita fazer de um programa de computador um #SoftwareLivre / #SoftwareLibre .

    en-US: @fsfe@mastodon.social / @fsfe@peertube.social introduces the #REUSE project, which eases making a computer program as a #FreeSoftware .
  • 2019-11-24T15:19:09Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    https://peertube.social/videos/watch/c39fd15f-7cb4-42a7-8a28-a7a3ce1343c0

    pt-BR: @libredesigners@peertube.social mostra como criar aplicativos web usando o #SoftwareLivre / #SoftwareLibre #Inkscape. Mais informações sobre o programa em (em inglês): https://directory.fsf.org/wiki/Inkscape .

    en-US: @libredesigners@peertube.social shows how to make web applications using the #FreeSoftware #Inkscape. More information about the program: https://directory.fsf.org/wiki/Inkscape .
  • 2019-11-24T14:49:21Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    https://peertube.social/videos/watch/32cd51bf-d69b-4ca5-a68e-87695f961379

    pt-BR: @lunovox@peertube.social mostra como ser bem sucedido no #jogo #SoftwareLivre / #SoftwareLibre #Oolite . Mais informações sobre o jogo em (em inglês): https://directory.fsf.org/wiki/Oolite .

    pt-BR: @lunovox@peertube.social shows how to be successful on the #FreeSoftware #Game #Oolite . More information about the game: https://directory.fsf.org/wiki/Oolite .
  • 2019-11-24T14:23:17Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    https://peertube.social/videos/watch/b05cbda0-7649-4aa6-8422-ddd0c93843ef

    pt-BR: Excelente vídeo de @lunovox@peertube.social introduzindo conceitos do #Jogo #SoftwareLivre / #SoftwareLibre #UnknownHorizons . Comente na página do vídeo para escolher o nome do navio! Mais informações sobre o jogo em (em inglês): https://directory.fsf.org/wiki/Unknown_horizons .

    en-US: Excellent video from @lunovox@peertube.social introducing concepts of the #FreeSoftware #Game #UnknownHorizons . Comment on the video page to choose the name of the ship! More information about the game: https://directory.fsf.org/wiki/Unknown_horizons .
  • 2019-11-24T13:10:24Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    peertube.social/videos/watch/4e9c77ab-294f-42b1-92dc-4a05ee00fdb4

    Great introduction to the #Widelands #FreeSoftware #game, versão 20, video done by @luizinho_lfl@witches.live  / @luizinho_lfl@peertube.social .

    More information about the game is available in the #Trisquel repository.

    https://www.widelands.org/



    "Widelands is a free, open source real-time strategy game with singleplayer campaigns and a multiplayer mode. The game was inspired by Settlers II™ (© Bluebyte) but has significantly more variety and depth to it. Still, it is easy to get started through playable tutorials. "

    JanKusanagi at 2019-11-24T13:20:48Z

  • 2019-11-24T13:07:24Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    peertube.social/videos/watch/4e9c77ab-294f-42b1-92dc-4a05ee00fdb4

    Ótima introdução ao #Jogo #SoftwareLivre #Widelands versão 20, feita por @luizinho_lfl@witches.live  / @luizinho_lfl@peertube.social .

    Mais informações sobre o jogo estão no repositório do #Trisquel .

    #Game #SoftwareLibre #FreeSoftware
  • 2019-11-01T08:55:33Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Uhu! I'm back! ;D Will stay with both Pump.io and ActivityPub.

    Alexandre Oliva likes this.

  • 2018-07-12T00:48:22Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Apresentei meu TCC semana passada. Foi sobre a importância da filosofia do software livre à gestão universitária (e de seu fomento nas disciplinas). Os avaliadores dele e da defesa gostaram muito. Os arquivos fonte do meu TCC estão em https://notabug.org/adfeno/Trabalho_sobre_gestao_universitaria . Se quiser que eu envie um .PDF me avise. Também mencionei a armadilha do JavaScript - e seu problema de autoexecução e possíveis problemas relacionados à liberdade do software.
  • 2018-07-12T00:46:02Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Last week I presented/defended my final Bachelor's degree work. It was about the importante of the free/libre software philosophy to university management (and how its important to foster it during classes). The reviewers like it very much. The source files are available at: https://notabug.org/adfeno/Trabalho_sobre_gestao_universitaria . If you want a PDF, just tell me. I also mentioned the JavaScript trap - and its autoexecution and possible issues related to freedom of the software.
  • FLISoL 2018, talk and activity submission deadline

    2018-03-29T13:18:38Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    https://flisol.info/FLISOL2018/Brasil/Camboriu

    pt-BR: Português brasileiro

    O Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) é o maior evento de divulgação de software livre da América Latina. Ele acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.

    O FLISoL é um evento totalmente gratuito, ou seja, não é necessário pagar nenhuma taxa de inscrição para participar.

    Importante: Ainda estamos aceitando submissões de palestras e colaborações, e se você enviar alguma agora ou amanhã, ainda podes garantir que a sua será avaliada depois da data limite de 30 de março.

    en: English

    The Latin American Free/libre Software Installation Festival (FLISoL) is the biggest free/libre software awareness event in Latin America. It happens since 2005 and its main is to promote the usage of free/libre software, presenting its philosophy, reach, advances and development to the general public.

    FLISoL is an event with gratis attendance, that is, no fee is required in order to participate.

    Important: We are still accepting talks and collaboration submissions, and if you submit one now or tomorrow, you can still guarantee that yours will be evaluated after the deadline of March 30th.
  • Clientes do Banco do Brasil: reclamem do software proprietário!

    2017-10-26T22:41:06Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    martinho, Distopico, Dana likes this.

    McClane, McClane, McClane shared this.

  • 2017-08-15T11:57:54Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Eu mudei meu endereço de e-mail

    Para mais informações, veja: https://libreplanet.org/wiki/User:Adfeno
  • 2017-08-15T11:53:20Z via Identi.ca Web To: Public CC: Followers

    Changed my email address

    For more information, see: https://libreplanet.org/wiki/User:Adfeno

    Let me guess... the previous one was @openmailbox.org? xD

    JanKusanagi at 2017-08-15T12:53:35Z

  • Desenvolvimento do Brasil: muitas coisas precisam ser melhoradas

    2017-05-22T14:29:24Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Esta obra pode ser reproduzida; estudada e adapatada; e cópias — da original e das adaptações — podem ser compartilhadas e vendidas. Porém, em todos os casos a mesma licença (ou compatível) deve ser mantida.

    Esta obra está sob GNU General Public License 3 ou posterior (GNU GPL 3+) e, conforme a seção 14 da licença, fica definido a Creative Commons como representate responsável por dizer quais versões futuras da licença são compatíveis com Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0): https://creativecommons.org/share-your-work/licensing-considerations/compatible-licenses/.

    Este artigo foi publicado originalmente em 17 de outubro de 2015 (2015-10-17), eis a publicação original em português brasileiro. Desde a publicação original, algumas das minhas recomendações foram alteradas, isto se reflete nas considerações deste artigo.

    Este texto foi escrito para responder a um fórum de discussão da disciplina semipresencial de economia, do curso de bacharelado em administração da Faculdade Avantis.

    O enunciado do fórum

    O desenvolvimento econômico de um país mede-se pelas estruturas: econômica, política e social. As três variáveis devem ser consideradas no escopo da discussão se determinado país pode ou não ser considerado desenvolvido. Há país que registra crescimento econômico considerável, porém com baixos registros de avanços em termos políticos e sociais. Neste sentido, sugere-se debater o desenvolvimento econômico brasileiro, respondendo a seguinte pergunta: O Brasil pode ser considerado um país em desenvolvimento, levando em conta os avanços que se tem realizado em termos econômicos, políticos e sociais nos últimos tempos?

    A resposta

    O Brasil está em desenvolvimento, mas ainda possui muitas coisas para melhorar.

    Por mais que seja falado nos meios de comunicação, os brasileiros continuam entregando suas informações à serviços de Internet centralizados, como sites de redes sociais como Facebook, Twitter, Google+, YouTube, LinkedIn, Instagram, ou protocolos fechados como o do WhatsApp, o do Skype e muitos outros. Isso interfere nas estruturas econômica e social pois, se os recursos são escassos, e se a sociedade precisa estar o mais inteirada/respeitada o possível de/por si mesma, tratando-se da estrutura centralizada de tais serviços de Internet, a preferência por eles implica na aceitação de um termo de uso único que dá a tais servidores o direito de detenção de tais informações direta ou indiretamente (FUCHS, 2011), cuja sua negação implica na impossibilidade de usar tais serviços, e devido sua estrutura centralizada, implica automaticamente na impossibilidade de se interagir com tais serviços, segregando ainda mais a interação da sociedade, e prejudicando ainda mais a economia, visto que os recursos escassos são utilizados para ofertar serviços com os quais existem impedimentos legais contra a integração, servindo apenas para construir redes novas, e não contribuir/interagir para/com as já existentes, além da obrigatoriedade de se usar um programa de computador não livre (STALLMAN, 2015).

    Pode-se envolver a estrutura política no cenário anterior caso se considere que os três poderes representam o povo (votantes), visto que o uso de tais serviços centralizados prejudica a democracia e facilita a censura e o controle por parte dos provedores de tais serviços.

    Porém, ao seguir considerando a informação como recurso escasso, encontra-se outra fragilidade tão importante quanto a preferência por serviços de Internet: as preferências por programas de computador.

    Não se pode negar que a tecnologia trouxe avanços para a sociedade, mas ela também trouxe responsabilidades.

    A preferência por programas de computador impacta na estrutura econômica, social e política pois, no caso da estrutura social, esta faz uso de tais programas de computador e começa a preferir cidadãos que usam tais programas. O problema se encontra quando o programa de computador não respeita as liberdades essenciais da sociedade, pois nesse caso, a ela são proibidos o uso, o estudo, a adaptação, e a redistribuição não comercial e comercial do original e das adaptações. Bastando a privação de qualquer uma dessas liberdades para que o programa de computador seja considerado como não livre, ou proprietário. (STALLMAN, 2015).

    Os programas não livres prejudicam a estrutura social pois esta é privada de adquirir, estudar e usufruir das mesmas informações usadas para fazer o programa que a elas é disponibilizado, e de redistribuir o programa e suas modificações ao próximo para que este não mais precise procurar por um fornecedor de tal programa.

    Estas privações são uma forma de poder injusto, e quase sempre resultam em malefícios. Como exemplo cita-se o caso dos programas não livres que a Volkswagen usou para mentir para os inspetores de emissão de poluentes da agência de proteção ambiental (do inglês "Environmental Protection Agency"). (KUHN, 2015).

    A estrutura econômica é prejudicada pelos programas não livres pois estes geralmente são usados para salvar informações em formatos proprietários, e por não poderem ser estudados, não há como implementar tais formatos em outros projetos, o que limita o acesso às informações de tais formatos. O cenário se agrava ao se considerar que a sociedade redistribui o que está dentro de tais formatos, que por serem proprietários, só podem ser utilizados em sua forma original em programas não livres. (STALLMAN, 2015).

    Assim, não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição de documentos de escritório, mas sim com o uso do "Word" (Microsoft Office Word). Não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição de imagens, mas sim com o uso do "Photoshop" (Adobe Photoshop). Sendo que ao preferir estes programas de computador, contribui-se para uma sociedade digital injusta e não livre, que erroneamente assume que todos os membros da sociedade podem usufruir de tais formatos proprietários ou de tais programas não livres.

    A estrutura política pode ser envolvida no cenário anterior pois, os programas de computador não livres e os formatos proprietários tiram do Estado sua soberania tecnológica, visto que agente econômico torna-se dependente dos criadores de tais programas e formatos. (STALLMAN, 2015).

    Os programas de computador e os formatos usados por estes devem ser livres pois estes são dados funcionais, bem como os manuais destes, e muitas outras coisas não tratadas neste texto. Os dados funcionais são assim chamados pois estes podem interferir na forma com que a sociedade usa da tecnologia para alcançar seus objetivos.

    Adicionalmente, a estrutura social também pode ser afetada pela privação da liberdade de redistribuição não comercial (o "compartilhamento") de dados não funcionais como imagens, vídeos, áudios/músicas, e textos. Visto que, nesse cenário, a sociedade experimenta um problema moral, onde é forçada a escolher entre o mal de não compartilhar o que gosta com o próximo, e respeitar a decisão imoral do detentor dos direitos autorais de tal objeto, ou de desrespeitar tal imoralidade, e ajudar ao próximo. (STALLMAN, 2015). Assim, se cria uma cultura popular de consumismo, onde o popular é legalmente proibido de ser compartilhado, e o não popular compartilhável não ganha visibilidade devido à negação do compartilhamento. É neste cenário que se institui o termo "pirataria" para ilegalizar o ato de compartilhar algo, e o termo "propriedade intelectual", no qual são unidos termos como "trademark", "patentes", e "direito autoral" (ou de forma mais ampla: o copyright, no caso dos países que não usam do modelo francês droit d'auteur), estes que devem permanecer separados para evitar ambiguidades pois possuem objetivos diferentes.

    Como resultado, tem-se as adições feitas à Convenção de Berne, que institui que uma obra não pode ser compartilhada, exceto se esta possuir licença escrita ou ter entrado em domínio público, que geralmente ocorre 75 anos após o falecimento/desintegração do detentor dos direitos autorais (LESSIG, 2004, p. 250); as patentes de programas de computador, que na verdade descrevem ideias práticas que qualquer programa poderia acidentalmente usar (STALLMAN, 2015); e parcerias como a transpacífica (do inglês "Trans-Pacific Partnership").

    Considerando os pontos aqui abordados, sugere-se a migração para comunicações distribuidas tais como: BitMessage para envio de mensagens em geral, mesmo que outra pessoa esteja indisponível; Twister para compartilhamento de atividades e publicação de textos Internet; GNU Ring para comunicação instantânea e conferência com pessoas disponíveis para tal comunicação; GNUnet e torrents para compartilhamento de conteúdo em geral; e GNU Taler para realizar pagamentos eletrônicos tributáveis anônimos, independente do sistema monetário/moeda escolhido. Estas sugestões são necessárias pois as redes e comunicações centralizadas são passíveis de serem censuradas e espionadas e, no caso das federadas, não há consenso sobre aspectos fundamentais da comunicação entre as várias formas de comunicação federada, visto que a maioria das funcionalidades é opcional e não implementada pelos fornecedores dos serviços federados. Todavia, em especial no tocante a redes sociais federadas, o padrão ActiityPub — que é passível de ser implementado pelas redes sociais federadas Pump.io e GNU MediaGoblin — pode ser um avanço nesta padronização.

    Além disso, sugere-se o uso, estudo, modificação, ensino, e compartilhamento de programas de computador livres e o uso de formatos livres, inclusive nas instituições de ensino, visto que estas têm a missão de preparar o cidadão para exercer sua função na sociedade, e inclusive em sites na Internet e sistemas acadêmicos on-line, visto que o usuário destes é o visitante do site; e facilitação do compartilhamento de dados não funcionais para fins não comerciais, seja com licença escrita ou alteração nas leis de direitos autorais (ou, mais amplamente, nas leis de copyright).

    Referências

    • Fuchs, Christian. An Alternative View of Privacy on Facebook. 2011. CC BY 3.0. Fonte.
    • Stallman, Richard Matthew. Free Software and Your Freedom. 2015. CC BY-SA 4.0. Fonte.
    • Kuhn, Bradley M.. How Would Software Freedom Have Helped With VW?. 2015. CC BY-SA 4.0. Fonte.
    • Lessig, Lawrence. Free Culture. 2004. CC BY-NC 1.0. Fonte.

    Referências BibTeX

    @Article{Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook,
      author =   {Fuchs, Christian},
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      urlaccessdate ={2017-03-16},
    }
    @Misc{Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW,
      author =   {Kuhn, Bradley M.},
      title =    {How Would Software Freedom Have Helped With VW?},
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      urlaccessdate ={2015-10-09},
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    @Book{Lessig-2004-Free_Culture,
      author =   {Lessig, Lawrence},
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      publisher =    {The Penguin Press},
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      year =     2004,
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      subtitle =     {How Big Media Uses Technology and the Law to Lock
              Down Culture and Control Creativity},
      address =  {New York},
      isbn =     {1-59420-006-8},
      url =      {http://free-culture.cc/get-it/},
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    @Misc{Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom,
      author =   {Stallman, Richard Matthew},
      title =    {Free Software and Your Freedom},
      howpublished = {Seattle {GNU}/{L}inux Conference},
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      year =     2015,
      annote =   {C{C} {BY}-{SA} 4.0},
      url =
              {http://audio-video.gnu.org/video/2015-10-24--rms--free-software-and-your-freedom--seagl--speech.ogv},
      urlaccessdate ={2016-09-01},
    }
    
    

    Fonte desta obra

    #+TITLE: Desenvolvimento do Brasil: muitas coisas precisam ser melhoradas
    #+AUTHOR: Adonay "adfeno" Felipe Nogueira
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    #+LANGUAGE: pt-BR
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    #+LATEX_HEADER: \usepackage[brazilian]{babel}
    
    Esta obra pode ser reproduzida; estudada e adapatada; e cópias --- da
    original e das adaptações --- podem ser compartilhadas e
    vendidas. Porém, em todos os casos a mesma licença (ou compatível)
    deve ser mantida.
    
    Esta obra está sob *[[http://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html][GNU General Public License 3 ou posterior]]* (GNU
    GPL 3+) e, conforme a seção 14 da licença, fica definido a *Creative
    Commons* como *representate* responsável por dizer quais versões
    futuras da licença são compatíveis com Creative Commons
    Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0):
    [[https://creativecommons.org/share-your-work/licensing-considerations/compatible-licenses/]].
    
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    - ~/Público/Referências BibTeX.bib
    
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    - Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW
    - Lessig-2004-Free_Culture
    
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    #+BEGIN_SRC emacs-lisp :var reference-parent-file=(buffer-file-name) :var reference-files=reference-files :var referenced-entries=references
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        (find-file (car current-reference-file))
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          (setq referenced-entries (delete current-entry referenced-entries))))))
    #+END_SRC
    :END:
    
    Este artigo foi publicado originalmente em 17 de outubro de 2015
    (2015-10-17), eis [[https://diasporabr.com.br/posts/a869b25056ff01334a27005056ba3b3d][a publicação original em português brasileiro]]. Desde
    a publicação original, algumas das minhas recomendações foram
    alteradas, isto se reflete nas considerações deste artigo.
    
    Este texto foi escrito para responder a um fórum de discussão da
    disciplina semipresencial de economia, do curso de bacharelado em
    administração da Faculdade Avantis.
    
    * O enunciado do fórum
    
    #+BEGIN_QUOTE
    O desenvolvimento econômico de um país mede-se pelas
    estruturas: econômica, política e social. As três variáveis devem ser
    consideradas no escopo da discussão se determinado país pode ou não
    ser considerado desenvolvido. Há país que registra crescimento
    econômico considerável, porém com baixos registros de avanços em
    termos políticos e sociais. Neste sentido, sugere-se debater o
    desenvolvimento econômico brasileiro, respondendo a seguinte pergunta:
    O Brasil pode ser considerado um país em desenvolvimento, levando em
    conta os avanços que se tem realizado em termos econômicos, políticos
    e sociais nos últimos tempos?
    #+END_QUOTE
    
    * A resposta
    
    O Brasil está em desenvolvimento, mas ainda possui muitas coisas para
    melhorar.
    
    Por mais que seja falado nos meios de comunicação, os brasileiros
    continuam entregando suas informações à serviços de Internet
    centralizados, como sites de redes sociais como Facebook, Twitter,
    Google+, YouTube, LinkedIn, Instagram, ou protocolos fechados como o
    do WhatsApp, o do Skype e muitos outros. Isso interfere nas estruturas
    econômica e social pois, se os recursos são escassos, e se a sociedade
    precisa estar o mais inteirada/respeitada o possível de/por si mesma,
    tratando-se da estrutura centralizada de tais serviços de Internet, a
    preferência por eles implica na aceitação de um termo de uso único que
    dá a tais servidores o direito de detenção de tais informações direta
    ou indiretamente ([[Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook][FUCHS, 2011]]), cuja sua negação implica na
    impossibilidade de usar tais serviços, e devido sua estrutura
    centralizada, implica automaticamente na impossibilidade de se
    interagir com tais serviços, segregando ainda mais a interação da
    sociedade, e prejudicando ainda mais a economia, visto que os recursos
    escassos são utilizados para ofertar serviços com os quais existem
    impedimentos legais contra a integração, servindo apenas para
    construir redes novas, e não contribuir/interagir para/com as já
    existentes, além da obrigatoriedade de se usar um programa de
    computador não livre ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Pode-se envolver a estrutura política no cenário anterior caso se
    considere que os três poderes representam o povo (votantes), visto que
    o uso de tais serviços centralizados prejudica a democracia e facilita
    a censura e o controle por parte dos provedores de tais serviços.
    
    Porém, ao seguir considerando a informação como recurso escasso,
    encontra-se outra fragilidade tão importante quanto a preferência por
    serviços de Internet: as preferências por programas de computador.
    
    Não se pode negar que a tecnologia trouxe avanços para a sociedade,
    mas ela também trouxe responsabilidades.
    
    A preferência por programas de computador impacta na estrutura
    econômica, social e política pois, no caso da estrutura social, esta
    faz uso de tais programas de computador e começa a preferir cidadãos
    que usam tais programas. O problema se encontra quando o programa de
    computador não respeita as liberdades essenciais da sociedade, pois
    nesse caso, a ela são proibidos o uso, o estudo, a adaptação, e a
    redistribuição não comercial e comercial do original e das
    adaptações. Bastando a privação de qualquer uma dessas liberdades para
    que o programa de computador seja considerado como não livre, ou
    proprietário. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Os programas não livres prejudicam a estrutura social pois esta é
    privada de adquirir, estudar e usufruir das mesmas informações usadas
    para fazer o programa que a elas é disponibilizado, e de redistribuir
    o programa e suas modificações ao próximo para que este não mais
    precise procurar por um fornecedor de tal programa.
    
    Estas privações são uma forma de poder injusto, e quase sempre
    resultam em malefícios. Como exemplo cita-se o caso dos programas não
    livres que a Volkswagen usou para mentir para os inspetores de emissão
    de poluentes da agência de proteção ambiental (do inglês
    "Environmental Protection Agency"). ([[Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW][KUHN, 2015]]).
    
    A estrutura econômica é prejudicada pelos programas não livres pois
    estes geralmente são usados para salvar informações em formatos
    proprietários, e por não poderem ser estudados, não há como
    implementar tais formatos em outros projetos, o que limita o acesso às
    informações de tais formatos. O cenário se agrava ao se considerar que
    a sociedade redistribui o que está dentro de tais formatos, que por
    serem proprietários, só podem ser utilizados em sua forma original em
    programas não livres. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Assim, não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição de
    documentos de escritório, mas sim com o uso do "Word" (Microsoft
    Office Word). Não é mais requerido ao ser humano habilidade com edição
    de imagens, mas sim com o uso do "Photoshop" (Adobe
    Photoshop). Sendo que ao preferir estes programas de computador,
    contribui-se para uma sociedade digital injusta e não livre, que
    erroneamente assume que todos os membros da sociedade podem usufruir
    de tais formatos proprietários ou de tais programas não livres.
    
    A estrutura política pode ser envolvida no cenário anterior pois, os
    programas de computador não livres e os formatos proprietários tiram
    do Estado sua soberania tecnológica, visto que agente econômico
    torna-se dependente dos criadores de tais programas e
    formatos. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]).
    
    Os programas de computador e os formatos usados por estes devem ser
    livres pois estes são dados funcionais, bem como os manuais destes, e
    muitas outras coisas não tratadas neste texto. Os dados funcionais são
    assim chamados pois estes podem interferir na forma com que a
    sociedade usa da tecnologia para alcançar seus objetivos.
    
    Adicionalmente, a estrutura social também pode ser afetada pela
    privação da liberdade de redistribuição não comercial (o
    "compartilhamento") de dados não funcionais como imagens, vídeos,
    áudios/músicas, e textos. Visto que, nesse cenário, a sociedade
    experimenta um problema moral, onde é forçada a escolher entre o mal
    de não compartilhar o que gosta com o próximo, e respeitar a decisão
    imoral do detentor dos direitos autorais de tal objeto, ou de
    desrespeitar tal imoralidade, e ajudar ao próximo. ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN,
    2015]]). Assim, se cria uma cultura popular de consumismo, onde o
    popular é legalmente proibido de ser compartilhado, e o não popular
    compartilhável não ganha visibilidade devido à negação do
    compartilhamento. É neste cenário que se institui o termo "pirataria"
    para ilegalizar o ato de compartilhar algo, e o termo "propriedade
    intelectual", no qual são unidos termos como "trademark", "patentes",
    e "direito autoral" (ou de forma mais ampla: o /copyright/, no caso
    dos países que não usam do modelo francês /droit d'auteur/), estes que
    *devem* permanecer separados para evitar ambiguidades pois possuem
    objetivos diferentes.
    
    Como resultado, tem-se as adições feitas à Convenção de Berne, que
    institui que uma obra não pode ser compartilhada, exceto se esta
    possuir licença escrita ou ter entrado em domínio público, que
    geralmente ocorre 75 anos após o falecimento/desintegração do detentor
    dos direitos autorais ([[Lessig-2004-Free_Culture][LESSIG, 2004]], p. 250); as patentes de programas
    de computador, que na verdade descrevem ideias práticas que qualquer
    programa poderia acidentalmente usar ([[Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom][STALLMAN, 2015]]); e parcerias
    como a transpacífica (do inglês "Trans-Pacific Partnership").
    
    Considerando os pontos aqui abordados, sugere-se a migração para
    comunicações distribuidas tais como: [[https://bitmessage.org/wiki/Main_Page][BitMessage]] para envio de
    mensagens em geral, mesmo que outra pessoa esteja *indisponível*;
    [[http://twister.net.co/][Twister]] para compartilhamento de atividades e publicação de textos
    Internet; [[http://www.gnu.org/software/ring/][GNU Ring]] para comunicação instantânea e conferência com
    pessoas *disponíveis* para tal comunicação; [[http://www.gnu.org/software/gnunet/][GNUnet]] e [[http://transmissionbt.com/][torrents]] para
    compartilhamento de conteúdo em geral; e [[http://www.gnu.org/software/taler/][GNU Taler]] para realizar
    pagamentos eletrônicos tributáveis anônimos, *independente* do sistema
    monetário/moeda escolhido. Estas sugestões são necessárias pois as
    redes e comunicações centralizadas são passíveis de serem censuradas e
    espionadas e, no caso das federadas, não há consenso sobre aspectos
    fundamentais da comunicação entre as várias formas de comunicação
    federada, visto que a maioria das funcionalidades é opcional e não
    implementada pelos fornecedores dos serviços federados. Todavia, em
    especial no tocante a redes sociais federadas, o padrão [[https://www.w3.org/TR/activitypub/][ActiityPub]] ---
    que é passível de ser implementado pelas redes sociais federadas
    [[http://pump.io/][Pump.io]] e [[http://www.gnu.org/software/mediagoblin/][GNU MediaGoblin]] --- pode ser um avanço nesta padronização.
    
    Além disso, sugere-se o uso, estudo, modificação, ensino, e
    compartilhamento de programas de computador livres e o uso de formatos
    livres, inclusive nas instituições de ensino, visto que estas têm a
    missão de preparar o cidadão para exercer sua função na sociedade, e
    inclusive em sites na Internet e sistemas acadêmicos on-line, visto
    que o usuário destes é o visitante do site; e facilitação do
    compartilhamento de dados não funcionais para fins não comerciais,
    seja com licença escrita ou alteração nas leis de direitos autorais
    (ou, mais amplamente, nas leis de /copyright/).
    
    * Referências
      - <<Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook>> Fuchs, Christian. *An Alternative View of Privacy on Facebook*. 2011. CC BY 3.0. [[http://dx.doi.org/10.3390/info2010140][Fonte]].
      - <<Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom>> Stallman, Richard Matthew. *Free Software and Your Freedom*. 2015. CC BY-SA 4.0. [[http://audio-video.gnu.org/video/2015-10-24--rms--free-software-and-your-freedom--seagl--speech.ogv][Fonte]].
      - <<Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW>> Kuhn, Bradley M.. *How Would Software Freedom Have Helped With VW?*. 2015. CC BY-SA 4.0. [[https://sfconservancy.org/blog/2015/sep/29/vw/][Fonte]].
      - <<Lessig-2004-Free_Culture>> Lessig, Lawrence. *Free Culture*. 2004. CC BY-NC 1.0. [[http://free-culture.cc/get-it/][Fonte]].
    
    ** Referências BibTeX
    
    #+BEGIN_SRC bibtex
    @Article{Fuchs-2011-An_Alternative_View_of_Privacy_on_Facebook,
      author =   {Fuchs, Christian},
      title =    {An Alternative View of Privacy on {F}acebook},
      journal =  {Information},
      year =     2011,
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      pages =    {140--165},
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    @Misc{Kuhn-2015-How_Would_Software_Freedom_Have_Helped_With_VW,
      author =   {Kuhn, Bradley M.},
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      year =     2015,
      annote =   {C{C} {BY}-{SA} 4.0},
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      urlaccessdate ={2015-10-09},
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    @Book{Lessig-2004-Free_Culture,
      author =   {Lessig, Lawrence},
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      publisher =    {The Penguin Press},
      annote =   {C{C} {BY}-{NC} 1.0},
      year =     2004,
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      subtitle =     {How Big Media Uses Technology and the Law to Lock
              Down Culture and Control Creativity},
      address =  {New York},
      isbn =     {1-59420-006-8},
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    @Misc{Stallman-2015-Free_Software_and_Your_Freedom,
      author =   {Stallman, Richard Matthew},
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      howpublished = {Seattle {GNU}/{L}inux Conference},
      month =    10,
      year =     2015,
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              {http://audio-video.gnu.org/video/2015-10-24--rms--free-software-and-your-freedom--seagl--speech.ogv},
      urlaccessdate ={2016-09-01},
    }
    #+END_SRC
    
    * Fonte desta obra
    
    #+INCLUDE: "Desenvolvimento do Brasil - muitas coisas precisam ser melhoradas.org" src org
    
    
  • Estou começando a odiar a maioria dos sites de compartilhamento de conteúdo

    2017-05-21T23:01:48Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    • A maioria deles requer JS não livre. JS por si só não é ruim, aqueles não livres são.

      • E assim, os visitantes são deixados com uma página de Internet em que nenhuma parte possui âncora de hiperligação que funcione. Então você não pode nem clicar no "reproduzir" para ouvir a música.
      • Tentei contatar os donos e desenvolvedores dos sites afetados, mas fui ignorado, e não obtive resposta.
    • Alguns fornecem apenas downloads em MP3. A maoria fornece "reservas" em formatos e codecs favoráveis ao software livre. Porém, ativistas do software livre como eu argumentam que o cenário ideal seria distribuir tais downloads apenas em formatos favoráveis ao software livre --- não apenas por causa das patentes, mas também pois nós nunca sabemos o que pode acontecer com tais formatos não amigáveis no futuro e o que eles podem armazenar. E eu não sou a única pessoa dizendo isso, veja as palestras dadas por Stallman, onde ele sempre diz a importância disso.

      • Tentei contatar os donos e desenvolvedores dos sites afetados, mas fui ignorado, e não obtive resposta.
    • Alguns outros sites dizem que o conteúdo é compartilhável sob [insira qualquer licença Creative Commons aqui], mas depois eles limitam o número de compartilhamentos que podes fazer, para por exemplo, três.

    Nota: Não sou contra ter que pagar para poder baixar a obra.

    Talvez tenhamos que fazer uso do GNUnet para disponibilizar conteúdo, e se não for usar GNUnet: providenciar formas para que o usuário final pesquise e baixe conteúdo sem um navegador de Internet --- GNUnet já possui isso através do gnunet-search.

    Atualmente, eu acabei de excluir uma grande pate da minha coleção de música graças ao desserviço de vários sites que dizem estar "promovendo" obras compoartíháveis.

    Agora, eu fiquei apenas com álbuns do Xera (pois posso baixar arquivos OGG diretamente do site deles, xera.eu, sem JS não livre e no qual há informações de licença na página de download), e dos jogos de vídeo game tais como 0 A.D., Red Eclipse, Xonotic, SuperTuxKart, SuperTux, Freedoom, Battle for Wesnoth, TecnoballZ, Fish Fillets NG, Freedroid, FreedroidRPG, OpenTTD, FreeDink e Drascula (todos os quais deixei pois ao baixar seus pacotes já é dado a mim as músicas em formatos amigáveis ao software livre, e fornece informações de licença para cada música). Mas é claro que existem mais jogos livres do que os que estão nesta lista, mas estes são os quais tenho músicas que gosto.

    Esqueçam completamente o Xera, Acabo de notar que eles também servem arquivos .mp3, isso é ruim. :S

    Ao invés disso, eu sugiro Libre.fm. :)

    Adonay Felipe Nogueira at 2017-05-31T12:49:04Z

  • I'm starting to hate most content sharing websites

    2017-05-21T19:06:47Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    • Most of them require non-free JS. JS itself isn't bad, non-free ones are.
      • And with this, visitors are mostly left with a webpage in which no part has a working hyperlink anchor. So you can't even click "play" to hear the music.
      • I tried contacting the owners and developers of the affected websites, but I was ignored, and got no reply back.
    • Some provide only MP3 downloads. Most of them provide "fall backs" to formats and codecs favorable to free/libre software. However, free/libre software activists like me argue that the ideal scenario would be to distribute such downloads only in formats favorable to free/libre software --- not only because of patents, but also because we never know what may become of those unfriendly formats in the future and what they can hold inside. And I'm not the only person saying this, see the speeches given by Stallman, where he always says the importance of this.
      • I tried contacting the owners and developers of the affected websites, but I was ignored, and got no reply back.
    • Some other websites say that the content is shareable under [insert any Creative Commons license here], but then they limit the number of shares you can do, to say, three.

    Note: I'm not against having to pay in order to download the work.

    Perhaps we must make use of GNUnet to make content available, and if not using GNUnet: provide ways for the end-user to search and download content without a web browser --- GNUnet already provides this through gnunet-search.

    Currently, I have just deleted a big part of my music collection thanks to the disservice of numerous websites that say to be "promoting" shareable works.

    Now, I kept only albums from Xera (because I can download OGG files directly from their website, , without non-free JS and in which there is license information in the download page), and from video games like 0 A.D., Red Eclipse, Xonotic, SuperTuxKart, SuperTux, Freedoom, Battle for Wesnoth, TecnoballZ, Fish Fillets NG, Freedroid, FreedroidRPG, OpenTTD, FreeDink and Drascula (all of these I kept because downloading their package already gives me the musics in formats friendly to free/libre software, and provides the license information for each music). Of course, there are more free/libre games than the ones in this list, but these are the ones for which I have musics that I like.

    Forget about Xera at all, I just noticed that they also serve .mp3 files, that's bad. :S

    Instead, I suggest Libre.fm. :)

    Adonay Felipe Nogueira at 2017-05-31T12:47:50Z

  • Stallman's talks in Brazil and Argentina

    2017-05-15T20:10:50Z via Pumpa To: Public CC: Followers

    Richard Stallman needs no introduction… but here is one anyway! Richard Stallman is the author of the GNU GPL, founded the Free Software Foundation, and started the development of the GNU operating system (including GNU Emacs, GCC, the coreutils, etc.), which we and tens of millions of GNU/Linux users love. However, his main contribution is philosophical. He is the father of the Free Software Movement. He identified four freedoms that each one of us deserves to be in control of her computing. Stallman now dedicates most of his life to advocacy. In particular, he travels the whole world to eloquently spread awareness about the Free Software Movement, its ethical foundations and its social and political necessity.

    Richard Stallman will deliver ten talks in Brazil and Argentina, starting with "A Free Digital Society" in Belo Horizonte on May 29th. Here is the whole list:

    • May 29th, 2pm in Belo Horizonte, Brazil: "A Free Digital Society" (talk in English with simultaneous translation in Portuguese, using 300 headsets) in the Auditório Nobre (640 seats) of the CAD1 building in the Pampulha campus of the UFMG;

    • May 31st, 4pm in Campinas, Brazil: "Your Freedom as a User of Computers and Cell Phones" in the room CB-06 of the Ciclo Básico I (antigo) of the Universidade Estadual de Campinas;

    • June 2nd, 6pm in Curitiba, Brazil: "Free Software and Your Freedom" in the Auditório Prof. Ulysses de Campos in the Applied Social Sciences Sector of the UFPR. The organizers of the event are seeking donations to provide translation equipment for the speech: http://rms.curitibalivre.org.br/financiamento-coletivo.shtml;

    • June 5th, in Buenos Aires, Argentina: "Tu Libertad en el Uso de Computadoras y Telefonos" (talk in Spanish), precise location and time to be determined;

    • June 7th, 5pm in Santa Fe, Argentina: "El Software Libre y tu Libertad" (talk in Spanish), in the Rectorado of the Universidad Nacional del Litoral;

    • June 9th, 5pm in Buenos Aires, Argentina: "Copyright vs Comunidad" (talk in Spanish), precise location to be determined;

    • June 12th, 5pm in San Salvador de Jujuy, Argentina: "Copyright vs Comunidad" (talk in Spanish) in the Anfiteatro of the Facultad de Ingenieria of the Universidad Nacional de Jujuy;

    • June 13th, 6pm in Salta, Argentina: "El Software Libre y tu Libertad" (talk in Spanish) in the Universidad Nacional de Salta, precise location to be determined;

    • June 15th and 16th in Brasilia, Brasil: Stallman needs hosting in that city and date. Please contact Alexandre Oliva and ask for the requirements: http://fsfla.org/~lxoliva/;

    • June 17th, 1pm in Brasília, Brazil: "Free Software and Your Freedom" during the Campus Party in Brasília (CPBSB) in the Centro de Convenções Ulysses Guimarães, only to CPBSB attendees;

    • June 19th in Brasília, Brazil: in the Universidade de Brasília, precise location and time to be determined.

    Stallman will be selling items to the benefit of the Free Software Foundation: please bring cash.

    Ben Sturmfels, McClane likes this.

    McClane, McClane shared this.

    Plenty of chances! =)

    JanKusanagi at 2017-05-15T20:29:38Z